domingo, 25 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
É difícil desejar "Boa Sorte"...
Hoje foi um dia importante para mim. Tu sabias. E mais uma vez ignoraste-me. Achas que ao desprezar-me, ao fingires que you just don't give a damn, demonstras que não me queres mais na tua vida...No fundo não consegues lidar comigo, alguém que revelou o que sentia por ti. E tu não queres que gostem de ti...porque tu não gostas de ti próprio.
Não sei porque é que ainda dou valor a isto...porque é que ainda me sinto triste...talvez porque ainda tenho esperança que um dia te tornes uma pessoa sensível, segura, confiante...que não tem receio de alguém que agora só quer ser tua amiga.
Bastava um Boa Sorte...
Não sei porque é que ainda dou valor a isto...porque é que ainda me sinto triste...talvez porque ainda tenho esperança que um dia te tornes uma pessoa sensível, segura, confiante...que não tem receio de alguém que agora só quer ser tua amiga.
Bastava um Boa Sorte...
terça-feira, 20 de abril de 2010
Words from "A Single Man"
"A few times in my life Iʼve had moments of absolute clarity. When for a few brief seconds the silence drowns out the noise and I can feel rather than think...
And things seem so sharp and the world seems so fresh.
Trailer - YouTube
I can never make these moments last. I cling to them, but like everything they fade.
I have lived my live on these moments.
They pull me back to the present and I realize that everything is exactly the way it was meant to be.
And just like that it came."
Trailer - YouTube
Um Amor assim...
Sonnet XVII, by Pablo Neruda
I do not love you as if you were salt-rose, or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain dark things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.
I love you as the plant that never blooms
but carries in itself the light of hidden flowers;
thanks to your love a certain solid fragrance,
risen from the earth, lives darkly in my body.
I love you without knowing how, or when, or from where.
I love you straightforwardly, without complexities or pride;
so I love you because I know no other way
than this: where I does not exist, nor you,
so close that your hand on my chest is my hand,
so close that your eyes close as I fall asleep.
Do filme "Patch Adams"
I do not love you as if you were salt-rose, or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain dark things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.
I love you as the plant that never blooms
but carries in itself the light of hidden flowers;
thanks to your love a certain solid fragrance,
risen from the earth, lives darkly in my body.
I love you without knowing how, or when, or from where.
I love you straightforwardly, without complexities or pride;
so I love you because I know no other way
than this: where I does not exist, nor you,
so close that your hand on my chest is my hand,
so close that your eyes close as I fall asleep.
Do filme "Patch Adams"
domingo, 18 de abril de 2010
A lamber as feridas...
Conheci-te enquanto ainda lambia as feridas duma paixão dolorosa. Achei-te piada, um menino num corpo de homem, a tentar seduzir uma mulher que só queria esquecer o passado e apenas procurava um pouco de colo. Fazias-me rir e eu precisava tanto disso...e sentia-me especial cada vez que recebia um telefonema teu, uma mensagem...e pensava que talvez fosses a recompensa de toda a dor por que passei. E deixei-me levar...eras o meu elixir, a minha saída do casulo. E dizias que nunca me tratarias mal, nunca me farias sofrer...e eu acreditei. Precisava acreditar.
E agarrei-me a ti como quem agarra uma tábua de salvação. Sim, queria que me salvasses. Queria que me dissesses: “Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui. Quero estar aqui”. Mas nunca o disseste. Nunca o quiseste dizer.
Eu fui uma espécie de desafio para ti. Uma aposta que só interessava ganhar. Um jogo, uma curiosidade, que depois de saciada, expiraria.
E tu para mim eras o menino que eu queria abraçar, mimar, cuidar...quem sabe até amar. E dei tudo de mim...demasiado de mim. E inundei-te com tudo de mim...e tu desististe do jogo. O desafio estava ganho para ti.
Voltei ao meu casulo. E agora lambo as feridas que me deixaste...tentando dizer a mim própria que sou muito melhor que tu, que não me merecias, mas de que adianta? Agora sou invisível para ti, já não me telefonas, não me envias mensagens, não pensas em mim. Já não me fazes rir, já não cantas para mim...
E aquilo que dizias que jamais me farias, não conseguiste cumprir...e por causa de ti sinto-me seca, humilhada, desprezada, sem vontade de confiar em ninguém do teu sexo, sem vontade de dar de mim a alguém...
Talvez necessites de crescer, amadurecer e tornares-te um ser-humano responsável e sensível para perceber que as pessoas não são jogos, não são desafios que se querem ganhar a todo o custo. As pessoas têm alma, sentimentos e algumas estão dispostas a querer fazer-te feliz...ainda que apenas podendo oferecer amizade. Mas tu desperdiças tudo isso...
Quem sabe se um dia vais dar valor ao que perdeste....mas que já não vais poder ter...
E agarrei-me a ti como quem agarra uma tábua de salvação. Sim, queria que me salvasses. Queria que me dissesses: “Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui. Quero estar aqui”. Mas nunca o disseste. Nunca o quiseste dizer.
Eu fui uma espécie de desafio para ti. Uma aposta que só interessava ganhar. Um jogo, uma curiosidade, que depois de saciada, expiraria.
E tu para mim eras o menino que eu queria abraçar, mimar, cuidar...quem sabe até amar. E dei tudo de mim...demasiado de mim. E inundei-te com tudo de mim...e tu desististe do jogo. O desafio estava ganho para ti.
Voltei ao meu casulo. E agora lambo as feridas que me deixaste...tentando dizer a mim própria que sou muito melhor que tu, que não me merecias, mas de que adianta? Agora sou invisível para ti, já não me telefonas, não me envias mensagens, não pensas em mim. Já não me fazes rir, já não cantas para mim...
E aquilo que dizias que jamais me farias, não conseguiste cumprir...e por causa de ti sinto-me seca, humilhada, desprezada, sem vontade de confiar em ninguém do teu sexo, sem vontade de dar de mim a alguém...
Talvez necessites de crescer, amadurecer e tornares-te um ser-humano responsável e sensível para perceber que as pessoas não são jogos, não são desafios que se querem ganhar a todo o custo. As pessoas têm alma, sentimentos e algumas estão dispostas a querer fazer-te feliz...ainda que apenas podendo oferecer amizade. Mas tu desperdiças tudo isso...
Quem sabe se um dia vais dar valor ao que perdeste....mas que já não vais poder ter...
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